Sorteios mensais e contemplações diárias estão entre as novidades apresentadas pela AFTB, que tiveram início neste mês de março.
Clique aqui e assista a última palestra do presidente da entidade, Carlos Rotermund, que reuniu associados em São Paulo para falar sobre os novos benefícios para os associados que desejam realizar o sonho da casa própria.
Seja bem-vindo(a)!
Aqui você encontra informações sobre o programa habitacional que está mudando a realidade do Brasil.
31.3.11
14.3.11
Video oficial - entrevista com Camila Barini
Já estão disponíveis algumas entrevistas feitas no dia do 2º Encontro de Associados AFTB, que aconteceu no dia 14 de novembro de 2010.
Confira na página da AFTB no Youtube: http://www.youtube.com/user/videosaftb
Confira na página da AFTB no Youtube: http://www.youtube.com/user/videosaftb
18.1.11
AFTB libera credito habitacional às vitimas da enchente no Rio
Na última sexta-feira, dia 14, a AFTB liberou crédito habitacional, totalmente isento de juros, aos seus associados desabrigados pelas chuvas no Rio de Janeiro. “Este é um caso de calamidade pública, temos de estender as mãos e sermos solidários nesta situação.”, diz o presidente da AFTB, Sr. Carlos Alberto Rotermund.
Os associados participantes do SAC terão aprovados a antecipação da liberação do crédito, com limite de R$ 80.000,00 por cada família beneficiada pela antecipação.
Para os associados não participantes do SAC, será solicitado o levantamento da situação individual de cada um para futura definição de apoio a estas famílias.
Clique aqui para saber mais.
Os associados participantes do SAC terão aprovados a antecipação da liberação do crédito, com limite de R$ 80.000,00 por cada família beneficiada pela antecipação.
Para os associados não participantes do SAC, será solicitado o levantamento da situação individual de cada um para futura definição de apoio a estas famílias.
Clique aqui para saber mais.
6.1.11
Mesa Redonda reúne associados e jurídico em São Paulo
A última edição da Mesa Redonda AFTB, ocorrida em 06 de dezembro, foi um dos mais significativos eventos já realizado desta modalidade. O encontro, que reuniu mais de 30 participantes, contou com a presença do advogado Dr. Fabio Garro, que está trabalhando em prol da AFTB na Ação Civil Pública que corre no Rio de Janeiro.
O evento foi dividido em duas partes. Na primeira, os participantes puderam expressar sua opinião, com apoio unânime dos associados à entidade.Em seguida, o Dr. Fabio Garro explicou, de forma muito clara, todas as etapas da Ação Civil Pública e respondeu a todas as dúvidas e questionamentos dos participantes.
Se por um lado esse evento tranquilizou as partes interessadas presentes, por outro teve o poder de mobilizar e coroar todo um trabalho já desenvolvido pela AFTB.
Confira mais fotos do evento.
Confira o vídeo do evento.
AFTB recebe apoio nacional de seus associados
1.12.10
"Estou construindo a casa dos meus sonhos com financiamento da AFTB"
Por Carlos Sérgio dos Reis, 53 anos. Analista de informática, Santa Luzia - MG
"Descobri a AFTB pesquisando na internet sobre financiamento habitacional. No começo me veio a dúvida, achei que era bom demais para ser verdade...."
Leia mais...
"Descobri a AFTB pesquisando na internet sobre financiamento habitacional. No começo me veio a dúvida, achei que era bom demais para ser verdade...."
Leia mais...
(Entrevistei a Ieda e o Carlos Sérgio durante o 2º Encontro de Associados AFTB, no dia 14/11)
29.11.10
Mesa Redonda reune empresários e associados em São Paulo
A segunda Mesa Redonda AFTB, que aconteceu no último dia 15 de novembro, reuniu associados e empresários interessados em conhecer os programas da AFTB, em São Paulo.
Confira trechos da reunião, do 2º Encontro de Associados e de mais uma escritura formalizada, pela TV Rede Social.
Momento AFTB 22/11/2010 from AFTB on Vimeo.
Confira trechos da reunião, do 2º Encontro de Associados e de mais uma escritura formalizada, pela TV Rede Social.
Momento AFTB 22/11/2010 from AFTB on Vimeo.
26.11.10
AFTB participa de Feira de ONGs
Entre os dias 25 e 27 de novembro de 2010 a Associação Frutos da Terra Brasil (AFTB) é uma das expositoras da ONG Brasil, Feira e Congresso de ONGs Brasileiras. O evento acontece em São Paulo, no Pavilhão Vermelho do Expo Center Norte.
Junto com a feira, está sendo promovido um congresso internacional que conta com a presença de especialistas renomados do terceiro setor para discutir aspectos como a captação de recursos, alianças com o governo, comunicação com o público, uso de redes sociais e tecnologia, entre outros.
A ONG Brasil é um evento sem fins lucrativos, direcionado para o desenvolvimento e a capacitação das ONGs Brasileiras ou que atuam no país. Os primeiros dois dias do evento são voltados apenas para profissionais do setor, mas no terceiro dia de feira, que cai no sábado, a visitação é aberta ao público e a entrada é gratuita. Se você tem interesse por trabalho voluntário ou procura uma instituição para fazer doações, é uma oportunidade única de conhecer muitos projetos em um lugar.
Para saber mais detalhes sobre a programação do Congresso e as ONGs expositoras, consulte o site www.ongbrasil.com.br.
Fonte: AFTB
23.11.10
2º Encontro de Associados da AFTB reúne mais de 600 pessoas em São Paulo
No dia 14 de novembro de 2010 mais de 600 pessoas participaram das atividades do 2º Encontro de Associados da AFTB. O evento, que começou às 8 e terminou às 21 horas, contou com uma série de palestras, workshops e shows sobre temas como a Campanha Contemplação, Cooperativa, Microcrédito e a Visão da AFTB. No final do dia, 68 pessoas foram contempladas com cartas de crédito para a compra de um imóvel.15.11.10
Fui Contemplada!!!!
Durante o 2º Encontro de Associados AFTB, que aconteceu neste dia 14 de novembro em São Paulo, foram 68 contemplados. Cerca de 600 associados de todo o Brasil estiveram presentes no encontro.
Associada de Sorocaba-SP mostra nova casa
Entrevistei a Marcia e os filhos recém-contemplados durante o 2º Encontro de Associados da AFTB, no último dia 14 de novembro.
1.11.10
Contemplado de Lins-SP comemora recebimento da carta de crédito
Nosso querido amigo e irmão de fé, Julio Ribeiro, foi entrevistado por outra associada voluntária da AFTB, Lindalva Mendes, que foi até Lins, no interior de São Paulo, entregar a sua chave!
22.10.10
30.9.10
Novo programa da TV AFTB
27.8.10
Classe C: mais consumista e mais exigente, inclusive para a casa própria
Nesta semana, ao pesquisarmos os dados mais recentes sobre o comportamento da Classe C brasileira, nos deparamos com uma série de informações que são interessantes serem destacadas neste espaço.
São recorrentes as notícias sobre a mudança do perfil desta “nova Classe C”, que cresce, ganha melhor e consome mais. Nos últimos dois anos, a classe média brasileira expandiu 21,5% e já corresponde a 103 milhões de brasileiros. De acordo com pesquisa do Ministério da Fazenda, até 2014 essa fatia social deve chegar a 113 milhões de pessoas e será responsável por 31% da massa de renda total no Brasil, estimada em R$ 1,38 trilhão.
Cresce o contingente e aumenta também o poder de consumo. Uma das principais características observadas é que essa nova classe média quer comprar e está mais exigente. Nos últimos anos, uma série de fatores colaboraram para este cenário, como o aumento do emprego e do crédito. Para os próximos anos, estima-se que estas mesmas famílias são as que mais vão apresentar elevação no consumo – serão 8% a mais no poder de compra para as classes C, D e E, contra apenas 1% a mais para as classes A e B, segundo estimativas da Fecomércio.
Outro detalhe que é importante ressaltar é que a reforma e a aquisição da casa própria também continuam na lista de prioridades destes consumidores. Um levantamento do Instituto Análise aponta que 31% dos entrevistados pretendem reformar, comprar ou trocar o imóvel no próximo ano. A reforma é pretensão maior entre os consumidores das classes D e E (36%), assim como a compra (33%).
Entretanto, ao analisarmos a fundo o comportamento das classes C, D, e E, a aquisição da casa própria vai muito além de simplesmente sair do aluguel. Representa a satisfação de desejos e necessidades mais profundos e contribui, especialmente, para levantar a autoestima. Quem não tem o privilégio de morar em imóvel próprio, por exemplo, muitas vezes obriga-se a viver as limitações de dividir o quintal com a família ou com outros vizinhos ou, no mínimo, sente-se desestimulado a investir em qualquer melhoria no imóvel que não é seu.
Mas as mudanças na economia refletem de forma positiva neste cenário. O acesso facilitado ao crédito, especialmente o imobiliário, e a política de inclusão social do Governo tem ampliado o número de famílias que conseguem financiar um imóvel. Além disso, iniciativas paralelas, como a criação de programas sociais voltados à habitação, não vinculados a instituições financeiras, que facilitam o acesso ao crédito habitacional com isenção total de juros, surgem como braços para colaborar na redução do déficit habitacional brasileiro, que caiu de 6,27 milhões de unidades em 2007 para 5,8 milhões, em 2008, segundo o Ministério das Cidades.
O Brasil produz por ano 1,2 milhões de novas famílias e 80% das futuras famílias virão das classes C, D e E. São brasileiros que querem estudar, casar, constituir família e ficar independentes – inclusive quando o assunto é moradia. É especialmente para esse público, que consome mais e melhor, que tem mais dinheiro, mais disposição e movimenta mais de R$ 600 bilhões por ano, que os olhares do setor imobiliário precisam estar voltados.
Não apenas com ofertas a preços atraentes, mas – e principalmente – com opções de qualidade. Não apenas com a movimentação da construção civil e das instituições financeiras, mas também com investimentos em programas inovadores e propostas de cunho social que possam, de fato, realizar o sonho e melhorar a qualidade de vida destes consumidores: a casa que eles sempre desejaram, por preço justo e condições humanas de pagamento.
São recorrentes as notícias sobre a mudança do perfil desta “nova Classe C”, que cresce, ganha melhor e consome mais. Nos últimos dois anos, a classe média brasileira expandiu 21,5% e já corresponde a 103 milhões de brasileiros. De acordo com pesquisa do Ministério da Fazenda, até 2014 essa fatia social deve chegar a 113 milhões de pessoas e será responsável por 31% da massa de renda total no Brasil, estimada em R$ 1,38 trilhão.
Cresce o contingente e aumenta também o poder de consumo. Uma das principais características observadas é que essa nova classe média quer comprar e está mais exigente. Nos últimos anos, uma série de fatores colaboraram para este cenário, como o aumento do emprego e do crédito. Para os próximos anos, estima-se que estas mesmas famílias são as que mais vão apresentar elevação no consumo – serão 8% a mais no poder de compra para as classes C, D e E, contra apenas 1% a mais para as classes A e B, segundo estimativas da Fecomércio.
Outro detalhe que é importante ressaltar é que a reforma e a aquisição da casa própria também continuam na lista de prioridades destes consumidores. Um levantamento do Instituto Análise aponta que 31% dos entrevistados pretendem reformar, comprar ou trocar o imóvel no próximo ano. A reforma é pretensão maior entre os consumidores das classes D e E (36%), assim como a compra (33%).
Entretanto, ao analisarmos a fundo o comportamento das classes C, D, e E, a aquisição da casa própria vai muito além de simplesmente sair do aluguel. Representa a satisfação de desejos e necessidades mais profundos e contribui, especialmente, para levantar a autoestima. Quem não tem o privilégio de morar em imóvel próprio, por exemplo, muitas vezes obriga-se a viver as limitações de dividir o quintal com a família ou com outros vizinhos ou, no mínimo, sente-se desestimulado a investir em qualquer melhoria no imóvel que não é seu.
Mas as mudanças na economia refletem de forma positiva neste cenário. O acesso facilitado ao crédito, especialmente o imobiliário, e a política de inclusão social do Governo tem ampliado o número de famílias que conseguem financiar um imóvel. Além disso, iniciativas paralelas, como a criação de programas sociais voltados à habitação, não vinculados a instituições financeiras, que facilitam o acesso ao crédito habitacional com isenção total de juros, surgem como braços para colaborar na redução do déficit habitacional brasileiro, que caiu de 6,27 milhões de unidades em 2007 para 5,8 milhões, em 2008, segundo o Ministério das Cidades.
O Brasil produz por ano 1,2 milhões de novas famílias e 80% das futuras famílias virão das classes C, D e E. São brasileiros que querem estudar, casar, constituir família e ficar independentes – inclusive quando o assunto é moradia. É especialmente para esse público, que consome mais e melhor, que tem mais dinheiro, mais disposição e movimenta mais de R$ 600 bilhões por ano, que os olhares do setor imobiliário precisam estar voltados.
Não apenas com ofertas a preços atraentes, mas – e principalmente – com opções de qualidade. Não apenas com a movimentação da construção civil e das instituições financeiras, mas também com investimentos em programas inovadores e propostas de cunho social que possam, de fato, realizar o sonho e melhorar a qualidade de vida destes consumidores: a casa que eles sempre desejaram, por preço justo e condições humanas de pagamento.
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